sábado, 29 de setembro de 2012

Não perca: transmissão online da palestra com resumo do Congresso Europeu de Huntington

Hoje, a partir das 14h30, transmitiremos online a palestra de nossa presidente Taíse Cadore. Taíse esteve na Suécia para acompanhar o Congresso Europeu de Huntington, que aconteceu entre os dias 14 e 17 deste mês. 
Para ver a transmissão ao vivo, basta entrar neste link no horário marcado. 
É possível também enviar perguntas à Taíse.
Não perca!

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Site novo no ar!


Nosso novo site está no ar!

Visite e dê sua opinião.

Agradecemos especialmente a André Nogueira, que possibilitou esta mudança, e a todos os nossos doadores, que mantêm a ABH viva desde 1997.

Obrigada!

ABH 15 anos


Hoje comemoramos 15 anos!

Gostaríamos de agradecer profundamente a todos vocês que sempre estiveram conosco nesta caminhada, e também àqueles que nos encontraram ao longo do caminho.

Esperamos continuar contando com seu apoio e sendo capazes de retribui-lo.

A todos os familiares, pacientes, amigos e profissionais, nossos sinceros agradecimentos!

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Para lembrar: reunião de familiares com festa de aniversário da ABH, resumo do Congresso Europeu de Huntington e transmissão online!

Em nossa próxima reunião de familiares, vamos comemorar os 15 anos da ABH. Na ocasião, nossa presidente, Taíse Cadore, fará um resumo sobre o Congresso Europeu de Huntington, que aconteceu na Suécia entre 14 e 17 deste mês. Além disso, faremos o lançamento oficial do novo site da ABH.

Dia 29 de setembro
das 14 às 17:00 horas
Local: Sede da ABH: Rua Vergueiro, 819 – sala 6 – São Paulo

Sua participação é muito importante, compareça!

Para aqueles que estão longe e não podem vir até nossa sede, faremos a transmissão online ao vivo da palestra de Taíse. Para isso, basta acessar este link a partir das 14h30. Durante a transmissão, será possível enviar perguntas à palestrante. Aproveite, ouça a palestra e tire suas dúvidas.

Lembramos que esta será a primeira vez que transmitiremos ao vivo nossas reuniões, e por isso pedimos compreensão com eventuais problemas que possam ocorrer durante a transmissão. 

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Novo site


Na próxima quinta-feira, completamos 15 anos e, para comemorar, o novo site da ABH entrará no ar no mesmo dia!

Nosso site atual ficará fora do ar por cerca de 48h, para a migração.

Se vc precisar falar conosco, use as redes sociais, o e-mail abh@abh.org.br ou ligue para (11) 3207-1525.

O Teste Preditivo (TP)

[Este texto foi publicado originalmente no boletim da ABH de julho de 2012]

Após o isolamento do gene da DH, em 1993, foram desenvolvidos testes moleculares que possibilitaram identificar os portadores do gene alterado para a doença de Huntington. Através desse teste, tornou-se  possível descobrir a presença do gene defeituoso mesmo que a pessoa não tenha ainda nenhum sintoma da doença. Nesses casos, ele é chamado de Teste Preditivo (TP).
 Tecnicamente ele é igual ao teste diagnóstico, que é feito para confirmar ou afastar a hipótese de DH em pessoas que já apresentam sintomas, mas é diferente quanto às questões éticas e impacto emocional que estão relacionadas a ele. O exame, em si,  é simples: basta retirar uma amostra do sangue, que será enviada para análise. Justamente por envolver muitos dilemas, existem diretrizes éticas internacionais que orientam a execução dos testes preditivos para Huntington.
A opção por fazer ou não o TP é absolutamente pessoal. Pelos mais variados motivos, há quem prefira viver sem saber, mas outros querem eliminar a dúvida sobre ter ou não o gene para a DH. 
A recomendação para aqueles que desejam se submeter ao TP  é, antes de qualquer coisa, passar por uma sessão de ”Aconselhamento genético” com um médico geneticista. 
O médico somente poderá requisitar o teste com o consentimento do paciente, após informar a ele que a Doença de Huntington não pode ser prevenida, não tem cura conhecida e que, na hipótese de resultado positivo para o gene defeituoso, é impossível determinar a idade em que a doença vai se manifestar. Deve também conversar com a pessoa em risco sobre as possíveis manifestações clínicas da doença, suas implicações sociais e psicológicas, seus aspectos genéticos, opções de procriação e disponibilidade de tratamento, entre outras coisas. O profissional deve se certificar de que todas essas informações foram bem compreendidas pelo paciente e precisa estar disponível para esclarecer outras dúvidas que possam surgir durante o processo.
 As diretrizes para o TP também recomendam como extremamente importante, que a pessoa que decidiu se submeter ao teste faça acompanhamento psicológico, antes, durante e depois do exame. 
Todos esses cuidados servem para que, depois de ser devidamente informada, a pessoa reflita e decida se vai mesmo se submeter ao teste.
A necessidade do aconselhamento genético é uma das diretrizes estabelecidas por um comitê internacional que reuniu associações estrangeiras e grupos de médicos com o objetivo de proteger pessoas em risco e ajudá-las a lidar com o resultado do teste preditivo – seja esse resultado positivo ou negativo.
É preciso que a pessoa entenda o risco e compreenda as possíveis consequências do resultado. Por essas razões, o TP somente pode ser realizado em maiores de idade.
Outra recomendação do comitê que elaborou as diretrizes a serem seguidas em testes preditivos é que a pessoa em risco seja acompanhada, durante todo o processo, por alguém em quem confie: o cônjuge/companheiro, um amigo próximo ou um parente querido, por exemplo. 
É importante lembrar que o teste genético para a DH ainda não é feito pelos SUS-Sistema Único de Saúde e na rede pública ele tem sido feito em ambiente de pesquisa. Essa tem sido uma das lutas da ABH: a regulamentação da genética no SUS, que ofereça o Aconselhamento Genético e os testes.
Se você está em risco para a Doença de Huntington e quer se submeter ao teste preditivo, não se precipite. Informe-se sobre a DH e procure profissionais e laboratórios sérios, que lhe darão o suporte necessário e lhe ajudarão durante todo o processo. A ABH pode lhe aconselhar sobre isso. Entre em contato conosco pelos nossos canais de comunicação.

domingo, 23 de setembro de 2012

Pesquisa sugere que pessoas com DH aprendem mais rápido

Segundo estudo da Ruhr-Universität Bochum, portadores do gene para a DH têm mais facilidade de aprendizagem em relação às pessoas que não têm o gene.

Segundo os pesquisadores alemães, é possível que os mesmos mecanismos que levam a alterações degenerativas do sistema nervoso central também sejam a causa da maior eficiência no aprendizado.

O estudo foi feito com estímulos visuais e envolveu participantes sem o gene e outros com o gene, mas sem sintomas de DH.

A notícia, em inglês, é do ScienceBlog. O estudo completo está disponível online na revista Current Biology, mas é preciso ser assinante ou pagar para ter acesso a ele.